Curitiba busca parceria internacional para ampliar frota elétrica.
A Prefeitura de Curitiba anunciou, em 21 de janeiro, que receberá missões do KfW Bankengruppe, banco de desenvolvimento alemão, para validar e formalizar um contrato de financiamento de 100 milhões de euros (cerca de R$ 619,5 milhões).
Os recursos serão direcionados ao transporte coletivo urbano, gerido pela Urbanização de Curitiba (URBS). O investimento incluirá a compra de ônibus 100% elétricos, a construção de dois eletroterminais e a instalação de painéis solares fotovoltaicos em 27 instalações públicas. Como contrapartida, a prefeitura deve aportar 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 154,8 milhões) com recursos próprios.
Nesta segunda-feira (27/01), executivos do banco alemão chegarão à cidade para detalhar e formatar de maneira mais aprofundada, o financiamento do projeto de descarbonização da frota. Caso seja aprovado, o município promete intensificar a campanha "Curitiba Carbono Neutro", liderada pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba (IPPUC).
Frota atual e planos de expansão
Curitiba já opera sete ônibus 100% elétricos, entregues no ano passado, com empresas como Transporte Coletivo Glória, Viação Cidade Sorriso, Expresso Azul e Auto Viação Redentor. A frota inclui seis veículos Caio Induscar com chassi BYD D9W e um Marcopolo Attivi com chassi Volvo BZL.
Com o financiamento, a frota pode crescer para 91 veículos elétricos, contudo, ainda não foram divulgadas as marcas e chassis dos futuros ônibus. Vale lembrar que, recentemente, a URBS retomou testes, sem passageiros, com o Marcopolo Attivi Express biarticulado, equipado com chassi Volvo BLZ, destacando o compromisso da cidade com inovações no setor de transporte coletivo.
Fonte: Transporte em Foco
Colaboração: João Baroni
Com Informações: Diário do Transporte


Seria muito bom se São Luís pudesse investir numa frota elétrica, essa nova via que liga a BR a estrada de Ribamar poderia receber esse tipo de veículo. Mas acho muito difícil, prefeitura e governo não dão atenção ao transporte público coletivo e as empresas não gostam de investir.
ResponderExcluir